Terça-feira, 20 de Maio de 2008

JP Simões | 30 de Maio


Nasceu em Coimbra em 1970. Aos cinco anos emigrou para o Rio de Janeiro onde ficou cerca de um ano a ouvir música e a brincar. De volta a Portugal, estudou Jornalismo, Direito da Comunicação, Escrita de Argumento, Saxofone e Lingua Árabe, mas tem exercido essencialmente música nos últimos 13 anos com os Pop dell’Arte, Belle Chase Hotel e Quinteto Tati.

Escreveu contos, letras de canções, argumentos para cinema e participou como músico e actor em filmes de Fernando Vendrell, Edgar Pêra e outros, assinando pelo caminho algumas bandas sonoras para documentários.

No teatro, escreveu o libreto da “Ópera do Falhado”, partilhando a invenção musical com o compositor Sérgio Costa.

Estreia-se a solo com o álbum “1970” a 15 de Janeiro de 2007.

Ouvir: http://www.myspace.com/fabulabebada

Nuno Prata | 31 de Maio


Nuno Prata foi o baixista da popular banda portuense Ornatos Violeta. Depois da extinção da banda, em 2002, Nuno Prata começou uma carreira a solo, e lançou uma maqueta com Nicolas Tricot, ex-Red Wings Mosquito Stings, intitulada Nuno, Nico (2004). Os temas eram: "Não Deixes de Querer Fugir"; "Nada é Tão Mau"; "Guarda Bem o Teu Tesouro" e "Já é Sábado". As mesmas canções foram regravadas mais tarde, em jeito de se tornarem parte integrante do primeiro álbum de Nuno em nome próprio, entre outras 15 faixas.

O disco, intitulado Todos os Dias Fossem Estes/Outros, saiu em meados de 2006, que devido a problemas com a edição deveria ter sido publicado em 2005. O ponto forte é o sabor tradicional do seu folk, que em vez de se apoiar numa estrutura básica de guitarras acústicas (como é costume pelo Mundo fora), se dedicou a um multi-instrumentalismo variadíssimo, partindo dos instrumentos mais improvisados, com a indispensável ajuda de Nicolas Tricot, que o produziu. No tema "Alegremente Cantando e Rindo Vamos", existem coros que acompanham a voz de Prata, esses interpretados por todos os elementos dos extintos Ornatos Violeta.

Ouvir: http://www.myspace.com/nunoprata

Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Old Jerusalem | 31 de Maio


Biografia

O nome Old Jerusalem vem de uma música de Will Oldham; Francisco Silva achou o título sonante e adoptou-o para o seu projecto musical. Após mostrar as suas gravações caseiras aos músicos dos Alla Polacca, decidem fazer uma edição de autor conjunta para lançar Old & Alla numa edição limitada e numerada. O sucesso dessa edição fez com que ambos os projectos acabassem por fazer cópias em CD-R para distribuir pelos amigos e a fazer uma re-edição. Este sucesso conduziu Francisco Silva à editora Bor-Land, rapidamente as partes chegam a um acordo para a gravação de April. Francisco entra em 2002 no AMP Estúdio e trabalha com Paulo Miranda naquele que viria a ser aclamado pela crítica um dos melhores discos de 2003.

Durante 2003, Francisco começa a apresentar ao vivo temas novos, que viriam a integrar o disco seguinte do projecto - Twice the Humbling Sun. Francisco volta a trabalhar o disco com o produtor Paulo Miranda em Viana do Castelo, localização do AMP Estúdio. Devido a uma agenda de concertos bastante preenchida e a uma vida profissional na área de economia, Old Jerusalem vê-se forçado a gravar o disco nos poucos fins-de-semana que tem livres, o que o impede de alcançar o objectivo auto-proposto de lançar o segundo disco no decurso de 2004. Twice the Humbling Sun vê a luz do dia logo nos primeiros meses de 2005. Recebe novamente um grande aplauso dos fãs que conquistou e da crítica, onde Blitz e Público partilham da opinião de que este foi o melhor disco de 2005. Vários comentadores do Diário de Notícias também fazem referência ao disco e colocam-no nos lugares cimeiros das suas preferências.

Francisco Silva escreveu a letra para um tema dos Alla Polacca, ao qual foi dado o nome de Geonav, que foi publicado numa das compilações da Bor-Land. Os Alla Polacca chegaram a contar com a participação do Francisco em vários concertos para cantar esse tema. Enquanto Old Jerusalem, o tema foi também tocado ao vivo no festival Paredes de Coura com o nome Rickie Lee's voice.

Entre várias participações e experiências, Old Jerusalem aceita o desafio de Henrique Amaro (RDP Antena 3) de efectuar nos estúdios das Amoreiras uma sessão três pistas, onde contou com a participação especial da Petra (Nobody's Bizness) nas vozes e de Sílvio (Polaroid) no metalofone.

Em Fevereiro de 2007 sai um novo disco de Old Jerusalem. The Temple Bell foi o título escolhido.

Ouvir: http://www.myspace.com/oldj

Jacinta | Sexta-feira


Cantar José Afonso torna-se imprescindível no percurso musical de Jacinta. Esta homenagem a Zeca Afonso foi concebida com o intuito de promover a música portuguesa mas sobretudo reconhecer o cantor e a sua obra. José Afonso, conhecido como cantor, compositor e poeta, elaborou a sua obra numa perspectiva acessível, procurando sobretudo uma essência humana. A ligação profunda das suas três vertentes traduziu-se numa música completa, cheia de emoção.

Foi nesta perspectiva que Jacinta trabalhou, usando a verdadeira essência da música, uma interpretação cheia de emoção através de uma linguagem musical jazzistica. A procura de novas sonoridades, por parte da cantora foi também uma das razoes para a elaboração deste espectáculo. José Afonso é um marco forte na formação musical de Jacinta. Algumas canções deste autor acompanharam a cantora no seu percurso de músico, integrando as suas apresentações públicas de início de carreira.

No seu percurso artístico, Jacinta, tem vindo a percorrer vários caminhos com o intuito de crescimento musical e humano. A carreira da cantora e' pautada pela procura incessante da sua essência, fazendo sobressair toda a sua emoção, através da sua voz.

No seu ultimo álbum discográfico, Day Dream, Jacinta e Greg Osby, o produtor, escolhem a Canção de Embalar do Zeca como insert que seria o fio condutor entre os temas todos do disco, como Duke Ellington, Monk e ainda passando por Tom Jobim e Djavan. A interpretação da Canção de Embalar revelou-se como uma pérola e por isso ficou no disco na sua versão integral.

Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

34º Festival Internacional de Música de Espinho


A programação da presente edição do FIME, a 34ª, segue uma linha de continuidade caracterizadora da sua identidade, privilegiando a concretização dos seus objectivos fundamentais, entre os quais a disponibilização aos públicos do Festival de oportunidades de contacto com intérpretes de grande craveira e reportórios de inegável valor artístico.

Em 2008 o FIME aprofunda uma rubrica lançada na edição do ano anterior, que se revelou extremamente bem sucedida: o FESTIVAL JÚNIOR. Na presente edição serão apresentados quatro espectáculos exclusivamente preparados para o público mais jovem que em família, terá oportunidade de conviver com a música e com os músicos, dentro e fora do palco.

Aquele que é um dos mais antigos festivais de música em Portugal, acontece no Auditório de Espinho entre os dias 2 e 30 de Julho.



Dia 2 - Orquestra Gulbenkian / Sa Chen piano / Joana Carneiro direcção
Dia 4 - Gilles Apap violino e Ensemble FIME
Dia 6 - Turtle Island Quartet
Dia 11 - Stephen Kovacevich piano
Dia 12 - German Brass
Dia 16 - Orquestra Clássica de Espinho / Alina Pogostkina violino / Pedro Neves direcção
Dia 18 - Steven Isserlis violoncelo / Ana-Maria Vera piano
Dia 21 - Delian :: Quartett e François Salque violoncelo
Dia 22 - Brad Mehldau Trio
Dia 26 - The Swingle Singers
Dia 30 - Sinfonia Flamenca
(Juan Carmona Grupo + Orquestra Clássica de Espinho)





Dia 6 - “Vamos Marimbar" - Drumming – Grupo de Percussão
Dia 13 - “A História de Babar” - Orquestra ARTAVE
Dia 20 - “A Diva Mu” - Étienne Lamaison clarinetes e Sylvain Peker marionetas
Dia 27 - “MOMO” - Um & 1, Três – Teatro e Música

UCalgary String Quartet | HOJE

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Sara Serpa Quinteto | 4 de Junho


Nascida em Lisboa, Sara Serpa começou os seus estudos musicais aos 7 anos. Depois do Conservatório Nacional de Lisboa onde estudou Piano e Canto, Sara entrou na Escola de Jazz Luís Villas Boas (Hot Clube de Portugal) em 2002, onde teve o seu primeiro contacto com o jazz. Em Maio de 2005, Sara recebeu uma bolsa de estudo da Berklee College of Music e mudou-se para Boston, EUA, onde vive actualmente. Depois de um ano a estudar na Berklee, Sara recebeu uma bolsa de estudo do New England Conservatory, onde está a completar um Master em Jazz Performance. Em Janeiro de 2008 viajou ao Panamá, para representar precisamente o New England Conservatory no Panama Jazz Festival.

Desde que vive em Boston Sara Serpa estudou com Dominique Eade, Jerry Bergonzi, Ed Tomassi, Dave Santoro, Hal Crook, Ran Blake, Danilo Perez, John McNeill e Theo Bleckmman. Sara Serpa teve o seu concerto de estreia em Nova Iorque no reputado Cornelia Street Café. Nos últimos três anos, Sara Serpa tem partilhado o palco com, entre outros, músicos como Nelson Cascais, Jorge Reis, Bruno Pedroso, André Sousa Machado, Demian Cabaud, Jesse Chandler, Ferenc Nemeth, Matt Pavolka, Pete Rende, John Lockwood, etc.

Actualmente integra o grupo de Greg Osby (Greg Osby Five); segundo palavras do próprio "[...] ela possui uma flexibilidade e destreza vocal que eu não tenho ouvido desde há muito tempo!".

Brad Mehldau Trio - FIME 2008 | 22 de Julho

Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Old Jerusalem | 31 de Maio

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

UCalgary String Quartet | Sexta-feira




Edmond Agopian e Adriana Lebedovich – violinos
Dean O’Brien – viola
Beth Root Sandvoss – violoncelo

Originalmente formado em 1994 como quarteto residente da Universidade de Calgary com Edmond Agopian, Amanda Forsyth, Olga Kotova e Christopher Sandvoss, o quarteto exibiu-se em diversas salas de concerto do Canadá tendo tido várias transmissões radiofónicas a nível regional e nacional através da CBC Radio. O seu cd do quinteto para piano de Brahms com o conhecido pianista canadiano Anton Kuerti recebeu críticas entusiastas.


Como quarteto residente da Universidade de Calgary, apresenta regularmente com os alunos finalistas da universidade, trabalhos comissionados e premiados do curso de composição.


Durante os próximos três anos o quarteto apresentará o ciclo completo dos Quartetos de Cordas de Beethoven pela primeira vez em Calgary. Juntamente com o repertório clássico fazem parte dos seus concertos, como ponte entre as tradições folk e clássica, a música Klezmer e folk da Europa de Leste com arranjos para quarteto de cordas compostos por Edmond Agopian.


O University Calgary String Quartet é financiado pelo prémio John Lee Roberts Distinguished Professorship in Fine Arts.