Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Alexander Ghindin | Biografia


Alexander Ghindin nasceu em Moscovo em 1977. Com 13 anos ganhou o Concurso de Jovens Pianistas de Moscovo e foi o mais jovem premiado do 10º Concurso Internacional Tchaikovsky. Posteriormente obteve o 2º prémio no Concurso Queen Elisabeth, e mais recentemente o 1º Prémio do Concurso Internacional de Piano de Cleveland. Foi um dos primeiros a ser galardoado com a bolsa "New Names" da International Charity Foundation.

Alexander Ghindin toca com grandes orquestras como a Philharmonia, Orquestra Nacional da Bélgica, a Philharmonisches Orchester der Stadt Freiburg, Münchner Philhamoniker, a Orchestre Philharmonique de Liège, de Luxemburgo, de Monte-Carlo, de Bordéus, Tours, Sevilha, a Rotterdam Philharmonisch Orkest, a New Japan Philharmonic, a European Youth Union Orchestra, a Berliner Sinfonie Orchester, a Saint Peterburg Academic Philharmonia, a Katowice Symphony Orchestra, etc. Trabalha com muitos maestros incluindo o maestro Spivakov, Fedosseyev, Liljefors, Slatkin, Fagen, Simonov, Dmitriev, Slatkin, Neuhold, Ashkenazy, Inbal, Jurowsky, Casadesus, Ryan, Järvi, entre outros. Em Janeiro de 2002, fez a sua estreia na América com a Philharmonia Orchestra sob direcção do maestro Ashkenazy, apresentando o 4º Concerto de Rachmaninov (versão original) em Nova Iorque, no Lincoln Center – Avery Fischer Hall.

Alexander Ghindin é convidado de muitas salas de espectáculos e Festivais como a Warsaw Filharmonie, Kennedy Center, Théâtre du Châtelet, Champs-Elysées, Gaveau, Klavier Festival Ruhr, La Roque d’Anthéron, Radio France e Montpellier, Festival Chopin em Paris, Echeternach, Sintra, Great hall do Conservatório em Moscovo, Prague Autumn no Rudolfinum, Dubrovnik Festival, etc. Em 2004 e 2006, andou em digressão pelo Japão como convidado do Osaka International Festival nas principais cidades japonesas incluindo Tóquio e Osaka. Actua quase todos os anos no Festival International de Colmar, onde dá concertos, sonatas, recitais…

Deu recitais com Valdimir Spivakov no Théâtre des Champs Elysées, em Barcelona, Alicante, Waszawa Filharmonia… recitais a solo em Paris – Serres d’Auteuil, Bélgica, Duszniki Chopin Festival, Carnegie Hall… e numerosos concertos com orquestra: Orquestra Nacional de Bordéus, de Lille, Lithuania Symphony State Orchestra, Slovenian Philharmonic, Orchestre Philharmonique de Monte-Carlo, do Luxemburgo, sob direcção de Casadesus, Pehlivanian, Spivakov, Lazarev, Valcuha, entre outros.

A sua carreira está a crescer com um número impressionante de concertos na América – onde esteve e está maioritariamente em 2008-2009, assim como na Rússia. A partir de Junho de 2009 está mais presente na Europa – recital em Lille, Festival International de Colmar (recital e concerto), em Wiltz (piano/orgão com Olivier Latry), concertos nos festivais franceses (Lille, Chopin em Bagatelle, Morbihan, Nohant…), e uma digressão na Itália. Começou a sua temporada de 2009 com três concertos com a Royal Danish Orchestra em Copenhaga, Sonderborg e Aarhus sob direcção de Lopez Cobos.

Alexander Ghindin está também muito presente na Rússia, onde recebeu a distinção de “honoured artist”, um grande título para o artista jovem que ele é. Gravou para a Capriccio (com Vladimir Spivakov: todas as sonatas de Brahms para violin e piano, o Concerto de Schnittke) e na Ondine (os concertos para piano de Rachmaninov n°1 e nº 4 (versões originais) com a Helsinki Philharmonic Orchestra e o maestro Ashkenazy). Gravou também muitos CDs a solo para a Octavia.

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Quarteto Talich | Biografia


O Quarteto Talich, considerado há muitos anos como um dos melhores quartetos de cordas do mundo, representa a arte musical checa pelo mundo.

O Quarteto foi formado por Jan Talich (pai) em 1964. A formação destacou-se desde a sua constituição e rapidamente ganhou um lugar entre os maiores quartetos mantendo a formação original até meados dos anos 90. As suas gravações em CD são recompensadas com inúmeros prémios internacionais: Diapason d’Or, Grand prix du Disque, Diapason du Siècle, Disque d’Or du Supraphon, etc.

Progressivamente, o quarteto viveu um rejuvenescimento durante a segunda metade dos anos 90, com a substituição progressiva dos seus músicos. Seguindo a tradição dos seus antecessores, Jan Talich filho, Petr Macecek, Vladimir Bukac e Petr Prause formam um ensemble cuja qualidade, simbiose e talento provocam o entusiasmo do público.

O Quarteto Talich apresenta-se regularmente na Europa, no Japão, na América do Norte e do Sul. São regularmente convidados por festivais de prestígio: Festival Pablo Casals de Prades, Printemps de Praga, Festival Europalia, Printemps des Arts de Monte-Carlo, Festival Tibor Varga, Festival Internacional des Quatuors à Cordes d’Ottawa, etc. Também se apresentam igualmente, nas grandes salas do mundo, como o Carnegie Hall de New York, Théâtre des Champs-Élysées, Théâtre du Châtelet, Salle Gaveau, Wigmore Hall, etc.

O Quarteto Talich grava há mais de trinta anos para a etiqueta Calliope. Por ocasião da celebração do quadragésimo aniversário da criação do Quarteto Talich, foi lançado um disco que apresenta o concerto gravado ao vivo no Théâtre des Bouffes du Nord, em Outubro de 2004. A SKODA é o patrocinador oficial do Quarteto Talich.

Mensagem dos King's Sigers no seu site oficial


I am writing this in Lisbon airport in transit from Porto to London. We sang last night in the auditorium of the Music Academy in Espinho. We had left that morning from Trier at to drive to Saarbrucken for the flight to Portugal via the Spanish holiday island of Mallorca. After a late rehearsal the concert began at 22.00. The group has sung in my time on the Portuguese islands of the Azores, but this was my first experience of a mainland concert in Portugal. Before we had even sung a note the audience was applauding with great enthusiasm, which never diminished throughout the evening. They enjoyed my feeble attempts to speak their language, and laughed at the right moments in Flecha's 'La Bomba', which is gratifying because it is in an old dialect of Portuguese. 'Obladi Oblada' had them clicking along, and grooving with the music, and the encore, Phil's jaunty arrangement of a Portuguese song 'Venham mais cinco', had them singing along. At other times they held a wonderful silence for the moments at the end of a piece. For performers there is nothing like a live audience to bring the music to life. It is always amazing how much energy we receive from those listening, and last night reminded me of that. Thanks to Alexandre Santos for the invitation to the festival, and thanks to the public for being there last night, and whenever we stand up and sing.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Pianista Fazil Say em estreia no norte do país

Fazil Say / Notas de programa


Modest Mussorgsky e o realismo russo

Mussorgsky é um compositor muito singular para o seu tempo. A geração a que pertence, simbolizada pelo Grupo dos Cinco, é também a que cria o primeiro Conservatório da Rússia, embora a formação musical que obteve tivesse sido feita fora desse sistema. Talvez por isso tenha afirmado que «a arte é um meio de comunicação com pessoas, não é um fim em si própria». A suite para piano Quadros de uma exposição (1874) é uma homenagem muito original ao arquitecto Victor Hartmann (1834-1873) e ilustra musicalmente alguns dos seus desenhos. Para além de os retratar, esta suite caracteriza também o percurso que o visitante faz através da exposição, como se pode ouvir logo no primeiro andamento «Passeio», que se repete por quatro vezes ao longo da peça. Os títulos são muito sugestivos dos assuntos que representam ora com relação à antiguidade como «O velho castelo» ou «Catacombae», ora com humor, como é o caso de «Bailado dos pintainhos», e «O mercado de Limoges» que, segundo o compositor, capta a conversa animada entre duas vendedoras que discutem as últimas notícias e que davam conta de como o Sr. Pantaleão recuperou a sua vaca, de nome Fugitiva. Tratando-se de uma obra tão particular e tão inventiva, foram vários os músicos que a orquestraram sendo a mais famosa aquela que M. Ravel (1875-1937) fez em 1922.

Leoš Janáček

Uma das características deste compositor é o facto da sua criatividade musical só ter atingido a maturidade quando já contava com perto de cinquenta anos, nos princípios do séc. XX. A razão para isto tem que ver simplesmente com a estética musical dominante até essa altura e que era o romantismo germânico, corrente que Janáček não apreciava particularmente. Mesmo assim estudou-a ao mesmo tempo que participou, durante anos a fio, na recolha de música folclórica da Morávia, na actual República Checa. Como resultado, tornou-se um compositor prolífero, assinando dezenas de obras nos mais diversos géneros e que revelam quase sempre aquelas duas dimensões, assim como uma preocupação social constante.

É caso desta sonata que foi composta como tributo a um trabalhador assassinado pelas autoridades de Brno, aquando das manifestações em que participava, em 1905, e que reclamavam uma universidade para aquela cidade. Impressionado com o sucedido, Janáček lançou-se na escrita de três andamentos e concluiu-a rapidamente em Janeiro de 1906, dando-lhe o título “Da rua” e para a ver estreada, apenas com os dois primeiros andamentos, pela pianista Ludmila Tučková neste mesmo ano. Não contente com o resultado, o compositor deitou a partitura manuscrita ao rio julgando perdê-la para sempre. Assim não aconteceu e anos mais tarde a pianista afirmou que afinal tinha uma cópia o que levou a uma segunda estreia (1924) já sob o título “Da rua”, 1. X. 1905. Os seus dois andamentos carregam uma atmosfera de grande intensidade e intimidade através dos sentimentos de sofrimento e rejeição.

Sergei Prokofiev

A formação em composição e depois em piano, as viagens na juventude e o contacto com as vanguardas artística e intelectual desenvolveram em Prokofiev uma personalidade criativa algo invulgar. Depois de uma infância privilegiada entra no Conservatório de São Petersburgo a fim de estudar composição. Tendo estudado orquestração com N. Rimski-Korsakov (1844 – 1908) obtém uma classificação final meramente satisfatória e prossegue no curso de piano. O resultado é esclarecedor: Ganhou o prémio Rubinstein. Este episódio é revelador de um dos aspectos da sua idiossincrasia. O talento para o piano expresso através da sua própria criatividade.

Com o regime soviético a vida de Prokofiev deixa de ser tão optimista. Esta sonata faz parte de um grupo de três, muitas vezes referido como Sonatas de guerra, completadas entre 1940 e 1943 depois de terem sido concebidas em 1939, dois anos antes da Rússia ter sido invadida pelos alemães. O facto é que assim como as outras duas, a Sonata Nº 7 apresenta ao longo dos seus três andamentos, o ambiente de repressão que se vivia então. Trata-se de uma das composições mais pessoais de Prokofiev e não deixa de ter uma clara influência de L. Beethoven tanto pela seriedade e intensidade, como pela ideia de luta que parece sugerir.

João Pedro Louro

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Fazil Say


Fazil Say nasceu em Ancara, na Turquia, em 1970. Estudou piano e composição no Conservatório da sua cidade natal e aos 17 anos ganhou uma bolsa que lhe permitiu estudar com David Levine, no Instituto Robert Schumann de Dusseldorf, durante cinco anos. Completou a sua formação musical no Conservatório de Berlim, entre 1992 e 1995.

Fazil Say é frequentemente convidado pela New York Philharmonic, a Israeli Philharmonic, a Concertgebouw, a BBC Philharmonic, a Orchestre National de France e outras grandes orquestras pelo mundo fora. Tocou no Ruhr Piano Festival, nos festivais de Lucerne, Verbier, Montpellier e Salzburgo, e tocou também em muitas das mais prestigiosas salas de espectáculo, como a Concertgebouw de Amesterdão, a Berlin Philharmonic, a Vienna Musikverein, Suntory Hall (Tóquio) e Carnegie Hall. Em 2004 Fazil Say fez uma digressão pela Europa e pelos Estados Unidos da América com o violinista russo Maxim Vengerov, e em 2006, junto com a fabulosa violinista Patricia Kopatchinskaya fundou um duo. É também um músico de jazz experiente, tocando regularmente no Montreux Jazz Festival.

Fazil Say é igualmente compositor. Em 1991 escreveu o seu Concerto para piano e violino, seguido pelo seu 2º Concerto para Piano “Silk Road” cinco anos mais tarde. A sua oratória Nazim foi tocada pela primeira vez em Ancara em 2001, seguida de muitas outras composições, incluindo o seu 3º Concerto para Piano, uma oratória “Requiem for Metin Altiok” em 2003 e um quarto Concerto para Piano em 2005. No mesmo ano, Fazil Say também escreveu a sua primeira banda-sonora de um filme, seguida por mais música para filmes turcos e japoneses. A cidade de Viena encomendou-lhe música para o ballet “Patara”, tocada pela primeira vez em 2006. Dois anos depois, a primeira apresentação do seu Concerto para Violino 1001 Nights in the Harem aconteceu em Lucerne por Patricia Kopatchinskaja. A discografia de Fazil Say inclui a Rhapsody in Blue de Gershwin com a New York Philharmonic e Kurt Masur, um recital de Bach, e o arranjo de Stravinsky da sua própria obra Rite of Spring para quatro mãos, na qual Fazil Say toca as duas partes.

Esta gravação trouxe-lhe vários prémios internacionais, incluindo o Echo Preis Klassik em 2001 e o título Best Recording of the Year da German Music Critics. A sua primeira gravação com o selo francês Naïve é inteiramente dedicada à sua própria música e o segundo inclui três concertos de Mozart com a Zürich Chamber Orchestra dirigida por Howard Griffiths. Um CD de Sonatas para Piano de Beethoven foi lançado em 2005, seguido por um outro em 2007, desta vez com uma selecção de Sonatas de Haydn.

Em 2008 Say é convidado para tocar nas celebrações do 60º aniversário de Israel. Toca nos festivais de Edimburgo, Atenas, Praga, Cannes, Montpellier, Verbier, Montreal, assim como na Wigmore Hall em Londres, Concertgebouw em Amesterdão, Konzerthaus em Viena, Tonhalle em Zurique, Suntory Hall em Tóquio, Chatelet em Paris, Herodes Atticus Theatre em Atenas e muitos outros. No final de 2008 Say embarcou numa digressão de três semanas e meia pelo Japão com um clímax de 5 dias de Fazil Say no Festival de Tóquio. Em 2008 foi apontado, junto com Paulo Coelho, entre outros, Embaixador de Diálogo Intercultural. A Konzerthaus Dortmund e a WRD Symphony Orchestra encomendaram-lhe a sua primeira sinfonia, a “Sinfonia Istanbul”, para ser estreada em Março de 2010. Em Setembro de 2008 foi premiado pelo Musikfest Bremen com o “Musikpreis des Musikfestes Bremen”.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

35º Festival Internacional de Música de Espinho de 3 a 30 de Julho

Sábado, 4 de Julho de 2009

Fazil Say | 11 de Julho

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

35º FIME no Jornal Público


Pergunta-se “O que é que destaca do programa?” e João Pedro Mendes dos Santos, director artístico do 35.º Festival Internacional de Música de Espinho (FIME), que começa hoje, ri-se: “tenho alguma dificuldade em destacar alguma coisa”. De seguida, desfia quase todos os 11 concertos do programa de grande “pluralidade e diversidade” que se prolonga até 30 de Julho, no Auditório de Espinho.

O FIME começa hoje, às 22h00, com o português Artur Pizarro, um “grande pianista em qualquer parte do mundo”, no entender de Mendes dos Santos, numa dupla função (pianista e maestro, a dirigir a Orquestra Gulbelkian), com repertório de Bach.

No dia 9 de Julho, um quarteto encabeçado pelo acordeonista Richard Galliano mostra a mistura de raízes italianas, mediterrânicas, jazz, canção francesa e música clássica deste “herdeiro e sucessor” de Astor Piazzolla, com quem colaborou.

Fazil Say é um caso raro, já que “não é muito vulgar haver pianistas turcos”, e promete, no dia 11, um momento também pouco habitual – interpretará a sonata “1905” de Janácek, raras vezes tocada.

O festival prossegue até ao fim do mês com concertos dos King’s Singers, grupo vocal que visita desde canções da Renascença até à música pop, do Quarteto Talich, um dos melhores quartetos de cordas do mundo, de Philippe Bernold, estrela do panorama da flauta transversal, e da russa Natalia Gutman (a “grande violoncelista do momento”, diz Mendes dos Santos), entre outros.

Salto qualitativo

A filosofia recente do festival tem passado por “uma diversificação dos instrumentos” e pela aposta no jazz e em “intérpretes de grande qualidade”, refere João Pedro Mendes dos Santos.

Com a abertura do novo Auditório de Espinho, com capacidade para 280 lugares, com programação regular desde o início de 2007, e a “renovação da equipa” que o pensa e produz, o FIME deu um salto qualitativo, diz o programador, há três anos ligado ao festival. “O festival tem melhorado nos últimos anos, mas desde há sete anos que já era notória [a evolução]”, vinca.

Para o programador, o FIME, ao lado, por exemplo, do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (cuja 34.ª edição acontece de 10 a 31 de Julho), é um dos mais “interessantes” festivais portugueses de música erudita.

Os bilhetes normais para todos os concertos custam sete euros. O 35º FIME tem o apoio da Câmara de Espinho (50 mil euros, o mesmo que em 2008) e da Direcção-Geral das Artes, organismo do Ministério da Cultura, cuja comparticipação cresceu de 70 mil euros no ano passado para 75.600 euros (uma parte deste valor vai para o apoio da programação anual da Orquestra Clássica de Espinho, que actua duas vezes nesta edição do festival).

Programa completo

3 de Julho - Artur Pizarro (piano e direcção da Orquestra Gulbelkian)

9 de Julho - Richard Galliano Quarteto

11 de Julho - Fazil Say

12 de Julho - The King’s Singers

13 de Julho - Vana Gierig e Paquito D’Rivera

17 de Julho - Quarteto Talich e Alexander Ghindin

18 de Julho - Ilya Gringolts (solo e com a Orquestra Clássica de Espinho)

24 de Julho - Cantar Lontano

25 de Julho - Philippe Bernold (como instrumentista e maestro do FIMEnsemble)

27 de Julho - Natalia Gutman (duo e trio)

30 de Julho - Elisso Virsaladze e Orquestra Clássica de Espinho

Texto: Pedro Rios
in Jornal Público | 03 de Julho de 2009

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Artur Pizarro abre amanhã o 35º FIME com a Orquestra Gulbenkian


Artur Pizarro piano e direcção
Orquestra Gulbenkian


3 de Julho, Sexta-feira
22:00

Bilhete normal: 7 euros
Preço reduzido: maiores de 65 e menores 25 anos: 5 euros


O FIME tem este ano o privilégio de apresentar Artur Pizarro que depois de vencer vários concursos internacionais iniciou uma carreira que o levou aos principais palcos de todos os continentes. Neste concerto vamos ouvi-lo numa dupla função a que poucos artistas se aventuram: pianista e maestro. Oportunidade para ouvir os concertos de Bach por um grande intérprete.


Programa

Bach (1685–1750)
Concerto em lá M BWV 1055

Allegro
Larghetto
Allegro ma non tanto


František Xaver Dušek (1731–1799)
Concerto em dó M

Allegro e vivo
Andante più tosto

Adagio

Tempo di Minuetto

Bach
Concerto em ré M BWV 1054

[Allegro]
Adagio e piano sempre

Allegro


INTERVALO

Bach
Concerto em fá m BWV 1056

[Allegro]
Largo

Presto


Jiří Antonín Benda (1722-1795)
Concerto em sol m

Allegro non troppo
Andante

Presto


Bach

Concerto em ré m BWV 1052

Allegro
Adagio

Allegro